“Maybe a greater thing will happen, maybe all will see…”

“Maybe a greater thing will happen, maybe all will see…”

8 months ago with 0 notes
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Fins de relacionamentos são complicados (idiotice, todo mundo sabe!). Essa semana isso aconteceu com alguém muito próximo e estou vivenciando o que já passei um dia, mas dessa vez do outro lado: passei do papel principal para a plateia.  Tem sido engraçado de certa forma porque começo a perceber que, mais intenso ou não, no fim é igual com todo mundo. Isso porque eu pensava que com homens o processo era diferente. Que besteira, é sempre a mesma coisa. Todo rejeitado, acredito que pra sair do papel de coitado da história, sente a necessidade de esfregar na cara as “verdades”. Deixar o outro passar imune a isso? Jamais! Vai ter que ouvir poucas e boas agora! Ok. No fundo sua intenção não é essa “vingança” infantil, não. Na verdade, a sua intenção é que ele escute, sinta doer lá no fundo tudo aquilo e assim de alguma forma, tcharam! ele volte pra você. Demora um tempo pra sacar que não, isso não adianta nada e que no futuro você vai olhar pra trás e perceber o papel ridículo que fez. Pior que isso, perceber o tempo que perdeu se preocupando com algo que não teria futuro ao invés de se preocupar com si mesmo. E o sofrimento de não poder compartilhar o seu dia com aquela pessoa? E o sofrimento de querer saber o que o outro está fazendo e não poder? Ah, dói muito esse tal de “não saber”. Ausência e silêncio doem.  Antes a raiva à indiferença. Por trás da grosseria e do veneno das palavras o que sobra é a vontade de trazer de volta o que era antes. Mas demoramos a perceber que a  partir do momento que alguém  diz “não quero mais” aí não adianta falar que ainda assim há amor, que apesar de tudo não esqueceu, nem chegar no outro dia pedindo pra voltar. Se alguém diz que não quer continuar algo é porque tem fortes motivos para isso. Melhor dizendo, os motivos foram mais fortes que você. Mas não se enxerga isso porque o outro toma o lugar prioritário que deveria ser seu.  Nessa fase, autoestima é uma palavra que não existe no dicionário. Aí começamos a achar que foi alguma falta nossa, algum erro, qualquer besteira que tenhamos feito que levou ao fim. Ele terminou, mas a culpa foi minha. Não, não foi. Ele terminou porque ele quis, porque ele sentiu vontade, porque ele de alguma forma não te queria mais! Aí a culpa passa a ser dele. Aquele desgraçado. Nunca mais quero ouvir o nome dele, aliás vou mostrar isso pra todo mundo. Demora a perceber que você não deve nada a ninguém, que ninguém tá pagando suas contas e que o problema é seu (e somente seu) se você está sofrendo pelos quatro cantos ou se está rindo à toa porque, é óbvio, já esqueceu dele. Eu sofrendo? Claro que não, é página virada, olhem todos aqui, já até arrumei outro! Ser solteira é muito bom, aliás não sei como pude passar tanto tempzZzZzzzzZzzZzz. Demora a perceber que quando se esquece de verdade não se precisa demonstrar à Deus e ao mundo. Apenas se esquece. Não se leva mágoas, raiva, dor. Tanto faz, sabe. Passou.  Demora a perceber que tudo isso é só uma questão de tempo. Tempo pra perceber. Tempo pra esquecer. Tempo pra chegar à plateia e finalmente ver tudo apenas de cima.
ps: foto de “500 days of summer”, bem a cara né? adorei!
Por Nunelen Oliveira #just-like-a-maze.tumblr.com

Fins de relacionamentos são complicados (idiotice, todo mundo sabe!). Essa semana isso aconteceu com alguém muito próximo e estou vivenciando o que já passei um dia, mas dessa vez do outro lado: passei do papel principal para a plateia.  Tem sido engraçado de certa forma porque começo a perceber que, mais intenso ou não, no fim é igual com todo mundo. Isso porque eu pensava que com homens o processo era diferente. Que besteira, é sempre a mesma coisa. Todo rejeitado, acredito que pra sair do papel de coitado da história, sente a necessidade de esfregar na cara as “verdades”. Deixar o outro passar imune a isso? Jamais! Vai ter que ouvir poucas e boas agora! Ok. No fundo sua intenção não é essa “vingança” infantil, não. Na verdade, a sua intenção é que ele escute, sinta doer lá no fundo tudo aquilo e assim de alguma forma, tcharam! ele volte pra você. Demora um tempo pra sacar que não, isso não adianta nada e que no futuro você vai olhar pra trás e perceber o papel ridículo que fez. Pior que isso, perceber o tempo que perdeu se preocupando com algo que não teria futuro ao invés de se preocupar com si mesmo. E o sofrimento de não poder compartilhar o seu dia com aquela pessoa? E o sofrimento de querer saber o que o outro está fazendo e não poder? Ah, dói muito esse tal de “não saber”. Ausência e silêncio doem.  Antes a raiva à indiferença. Por trás da grosseria e do veneno das palavras o que sobra é a vontade de trazer de volta o que era antes. Mas demoramos a perceber que a  partir do momento que alguém  diz “não quero mais” aí não adianta falar que ainda assim há amor, que apesar de tudo não esqueceu, nem chegar no outro dia pedindo pra voltar. Se alguém diz que não quer continuar algo é porque tem fortes motivos para isso. Melhor dizendo, os motivos foram mais fortes que você. Mas não se enxerga isso porque o outro toma o lugar prioritário que deveria ser seu.  Nessa fase, autoestima é uma palavra que não existe no dicionário. Aí começamos a achar que foi alguma falta nossa, algum erro, qualquer besteira que tenhamos feito que levou ao fim. Ele terminou, mas a culpa foi minha. Não, não foi. Ele terminou porque ele quis, porque ele sentiu vontade, porque ele de alguma forma não te queria mais! Aí a culpa passa a ser dele. Aquele desgraçado. Nunca mais quero ouvir o nome dele, aliás vou mostrar isso pra todo mundo. Demora a perceber que você não deve nada a ninguém, que ninguém tá pagando suas contas e que o problema é seu (e somente seu) se você está sofrendo pelos quatro cantos ou se está rindo à toa porque, é óbvio, já esqueceu dele. Eu sofrendo? Claro que não, é página virada, olhem todos aqui, já até arrumei outro! Ser solteira é muito bom, aliás não sei como pude passar tanto tempzZzZzzzzZzzZzz. Demora a perceber que quando se esquece de verdade não se precisa demonstrar à Deus e ao mundo. Apenas se esquece. Não se leva mágoas, raiva, dor. Tanto faz, sabe. Passou.  Demora a perceber que tudo isso é só uma questão de tempo. Tempo pra perceber. Tempo pra esquecer. Tempo pra chegar à plateia e finalmente ver tudo apenas de cima.

ps: foto de “500 days of summer”, bem a cara né? adorei!

Por Nunelen Oliveira #just-like-a-maze.tumblr.com

1 year ago with 3 notes
Nunca privilegiei aquilo que era mais bonito. Sempre preferi o que havia de mais diferente.

— Nunelen

1 year ago with 0 notes

Mais um fim de ano que passamos juntos.  Mas dessa vez é diferente. Iremos sabendo que não tem volta. Fevereiro vai chegar e já não estaremos aqui. “Fizemos planos para muitos anos e aqui estamos dizendo adeus”. Sentiremos falta da rotina que por muitas vezes reclamamos, e de ver os rostos uns dos outros a cada manhã. Talvez nunca os tenha contado o quão grande foi o impacto que a receptividade de vocês causou em mim há quase três anos atrás, quando cheguei aqui. Confesso que a ideia de me acostumar com uma vida tão diferente, deixando pra trás tudo que já tinha vivido e meio que tendo que recomeçar tudo, me assustava e eu não me conformava. Mas vocês me conquistavam a cada dia com seus sorrisos e conversas e abraços e aos poucos tornavam tudo mais fácil. E aquela menina “com aquela carinha de criança, quietinha, com a franja presa pra trás” do primeiro dia de aula, como o César SEMPRE faz questão de lembrar, cresceu e também viu vocês crescer. Nesse tempo todo presenciamos dia por dia o crescimento de cada um, dividimos problemas e sofrimento alheio, e o melhor de tudo: compartilhamos as alegrias. Cada um de vocês me marcou de uma maneira, e não há como só lembrar de um grupo ou outro. Ao pensar nesses três anos lembro de uma coisa só: o 3º E. Aquele que por muito tempo consideramos ser uma sala dividida ao meio, lembram? Talvez essa divisão nunca tenha existido. Porque eu aposto que cada um aqui sabia que quando precisasse, um outro de nós estaria lá. Quantas vezes, mesmo sem ter muito contato com um de vocês, precisei de algo e esse alguém me veio com os braços abertos e um sorriso? Eu tenho quase a certeza de que nossa sala talvez fosse mais unida que qualquer outra.

Não irei me esquecer da simpatia incessante do André e da Luiza, daquele depoimento lindo que a Jéssyka me mandou uma vez, de quando o Bigode respondeu ao professor que eu eu era a “pessoa do outro lado” que ele mais gostava. Não me esquecerei de quando depois de muito custo, o Pedrinho começou a falar comigo e a RIR das minhas besteiras e de Camila! E mais do que isso, a rir pra nós! Assim como também aconteceu com o Heudinho. Ainda acho que o Kleysson não gosta muito de mim e me acha anormal, mas eu gosto de você, certo, Kreyssu? Léo, que sempre demonstrou tanto carinho por mim; Rebequinha e Dany, fofas; O casal do “E”, Carol e Arthur; a Aline, a Maga; o grupo das meninas mais animadas desse lado: Larissa e o resto da trupe! A loira do banheiro, a gêmea da loira do Banheiro, a loira chorona e a única morena do grupo pra deixar tudo mais bonito, claro!; os meninos lá do fundão que de vez em nunca falavam comigo, mas eram muito gente boa quando eu tomava a iniciativa; Camila, nossa novata que confesso ter feito um péssimo julgamento dela logo no começo, mas que me surpreendeu, e  muito! Juba, tenho certeza que você já deve ter se estressado pra caramba quando queria aula e eu ficava atrapalhando com minhas brincadeiras incoerentes né? Felipe nosso pegador, Débora,Bruno, Boneco, Mr. Bean…Como esquecer das loucuras da Bel, das piadas e brincadeiras da Lili, da Morgana cara de pirralha que mudou tanto com a influência da Alícia, não foi? Tamires minha “sósia” de fotos; minhas “primas” mais lindas Tharsi e Laís, Thaysa sempre com um sorriso no rosto; Bianca, nossa querida MARIO BROS; Duda que finge ser séria e centrada, mas eu sei que no fundo não é, ok?;  César, Matheus e Victor, o que seria da sala sem vocês? Daniel, que também entrou pra turma dos três más influências; Gabriela, talvez o ponto de equilíbrio do 3º E; Ivy, nosso “quelido” amigo (ok, exagerei); Camila vulgo Vivi, parece nossas maluquices se complementam uma na outra, né? (mas você é pior que eu);  Gaby , a amiga mais meiga que tenho, e não digo isso só por causa da voz, tá? Você também não gira muito bem, só pra constar.  Laisy, “bebexinho, tinhamul tá? Owwwn”; e Karlota, impossível não rir contigo. Mas vou parar por aqui senão você inventa de puxar assunto…

Quero agradecer a vocês por todo esse tempo em que me ajudaram a crescer. O que sou hoje leva um pedacinho de cada um aqui. É sempre difícil largar algo em nossa vida, e mais difícil ainda é saber que tudo isso virará apenas lembranças. Mas é um mal necessário. A vida corre temos que acompanhá-la para que não fiquemos perdidos por aí.

A vida é como uma embalagem que guarda um presente e o nosso objetivo é de abri-la aos poucos, para encontrar o que ela nos guarda. Alguns cortarão os laços para isso. Mas outros, os mais sábios, apenas afrouxarão, podendo, dessa forma, reconstruir o que um dia foi inteiro. E assim como nosso querido professor Menelau um dia me disse, não levarei vocês no coração, pois este a terra há de consumir. Mas levarei na alma, porque essa sim é pra sempre.

Amo vocês, minha eterna turma “E”!

Nunelen Oliveira

1 year ago with 0 notes

20minutegirl:

Aos 4 anos, a mãe sabe tudo! Aos 8, a mãe sabe muito! Aos 12, a mãe não sabe tanto. Aos 14, a mãe não sabe nada. Aos 16, a mãe não existe e aos 18, está fora de moda. Aos 25, se calhar ela percebe isto. Aos 35, antes de decidir, pergunto à mãe. Aos 45, pergunto-me: o que a mãe pensará disto? Aos 75, quem me dera poder perguntar à minha mãe sobre isto. Se tens a melhor mãe do mundo, reblogue.

1 year ago with 37,645 notes

Entenda: se ninguém pede nem pra entrar na vida de outro alguém, quem é que vai ter o trabalho de pedir pra sair?
Por: Nunelen #just-like-a-maze.tumblr.com

Entenda: se ninguém pede nem pra entrar na vida de outro alguém, quem é que vai ter o trabalho de pedir pra sair?

Por: Nunelen #just-like-a-maze.tumblr.com

1 year ago with 0 notes

Aí você percebe que não era amor. Não porque passou, não porque você não sentiu grande coisa por ter passado. Sei lá, não foi amor porque simplesmente você sabe que não foi.  Essas coisas a gente só sabe que sente lá dentro e pronto. E todo aquele mais que existiu, aquele todo que tanto deslumbrou teus olhos, não era aquele todo tão grande assim. Talvez paixão? Talvez nem isso. Talvez encantamento? Talvez seja essa a palavra certa.  Quem sabe deviam existir mais desses encantamentos fingidos de amor. Bom deixar o coração respirar e vivenciar experiências assim.  Sem nenhuma cobrança, nenhum apego demasiado. Vem, fica e vai. Assim, sem levar nada.
Por: Nunelen #just-like-a-maze.tumblr.com

Aí você percebe que não era amor. Não porque passou, não porque você não sentiu grande coisa por ter passado. Sei lá, não foi amor porque simplesmente você sabe que não foi.  Essas coisas a gente só sabe que sente lá dentro e pronto. E todo aquele mais que existiu, aquele todo que tanto deslumbrou teus olhos, não era aquele todo tão grande assim. Talvez paixão? Talvez nem isso. Talvez encantamento? Talvez seja essa a palavra certa.  Quem sabe deviam existir mais desses encantamentos fingidos de amor. Bom deixar o coração respirar e vivenciar experiências assim.  Sem nenhuma cobrança, nenhum apego demasiado. Vem, fica e vai. Assim, sem levar nada.

Por: Nunelen #just-like-a-maze.tumblr.com

1 year ago with 2 notes
“The saddest kind of sad is the sad that tries not to be sad. You know, when Sad tries to bite its lip and not cry and smile and go, “No, I’m happy for you?” That’s when it’s really sad.” [John Mayer]

“The saddest kind of sad is the sad that tries not to be sad. You know, when Sad tries to bite its lip and not cry and smile and go, “No, I’m happy for you?” That’s when it’s really sad.” [John Mayer]

1 year ago with 4 notes
E não adianta tentar fingir e mostrar outra coisa que não seja aquilo que realmente está dentro de nós. Criar algo que não existe, colocar encanto onde não há, isso é tão passageiro. Podemos até conseguir enganar alguém, mas não a nós mesmos por muito tempo. Criar um mundinho de fantasia onde é tudo perfeito e pronto pra ser exposto a quem quiser ver é tão fácil e faz tão bem pro próprio ego. Quem se sentiria mal em meio a tantas maravilhas? Mas dura pouco. E o pouco não é real. Mas acho que seja normal. Talvez uma forma de fugir do que não queremos encarar, afinal. E viva as aparências.
Por: Nunelen #just-like-a-maze.tumblr.com

E não adianta tentar fingir e mostrar outra coisa que não seja aquilo que realmente está dentro de nós. Criar algo que não existe, colocar encanto onde não há, isso é tão passageiro. Podemos até conseguir enganar alguém, mas não a nós mesmos por muito tempo. Criar um mundinho de fantasia onde é tudo perfeito e pronto pra ser exposto a quem quiser ver é tão fácil e faz tão bem pro próprio ego. Quem se sentiria mal em meio a tantas maravilhas? Mas dura pouco. E o pouco não é real. Mas acho que seja normal. Talvez uma forma de fugir do que não queremos encarar, afinal. E viva as aparências.

Por: Nunelen #just-like-a-maze.tumblr.com

1 year ago with 11 notes
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